
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
"Porque o amor e os bons sentimentos são como sua armadura, eles vão te proteger contra qualquer inimigo, em qualquer ocasião, você os usando ou não, e tendo ou não consciência disso.Já o seu ódio, sua raiva e vingança são como espadas. São instrumentos perigosos, até letais para o próprio dono, quando são usadas de maneira errada. Mas são armas indispensáveis frente a um inimigo poderoso."
Adaptado de Paulo Coelho - O Alquimista
AMIGÃO
Era Apenas mais um dia como todos os outros, dia que que ardia o frio de outono. A um mês passávamos por esse frio glacial. João, eu e Pascal.Como de costume cheguei atrasado na faculdade, e o professor Renato me olhou com aquela cara de maldade. Mais uma vez pedi desculpas e me sentei, com tanto sono que, como cheguei na cadeira, não sei. Vi Pascal dormindo, que como um animal, roncava grunhindo. Olhei para o João, e lá estava ele, com a caneta na mão esperando uma inspiração. Escrevia que era uma beleza, poesias sobre cortejos e princesas, ou coisas simples como a comida em cima da mesa. Não sabia de onde vinha as inspirações, talvez fossem iguais as canções, que aparecem do nada para os apaixonados corações. Era um garoto bocado confuso.. sempre mudava de fuso, pensamentos e sentimentos a flor da pele, como em provocações.. cutucando a espera que se rebele. Mas no fundo era meio sozinho,em seu fundo, como em todo o mundo, tinha um menininho. Com boa companhia ele se alegrava, e esquecia que por dentro chorava, via que em detalhes da vida, amava, e que em momentos de indecisão se esgueirava. Na verdade era como qualquer um. Ser humano que tinha seus defeitos, encejos e que também soltava pum. No mundo, todo mundo esta sozinho, por mais que encontre pessoas no caminho. No mundo, todos tem um amigão, e o meu se chamava João!
Não era a melhor pessoa do mundo, mas pelo menos nas palavras conseguia ser límpido e profundo.
domingo, 1 de novembro de 2009
Voltou..
O Sol voltou!
O Sol voltou!
Tomou os olhos nublados dos jovens estudantes;
Tomou de surpresa o verde carente;
os dias, que já estavam exauridos..
sem prumo..sem rumo;
Soprou em mais um momento feliz;
Mais uma tarde corada a cantar..;
do branco ao purpúrio;
do mar ao injurio;
do Chico á Inês;
Você fez sumir a escassez;
Em um segundo um mês;
Um prazer tão fugaz;
Me fez perceber ao menos querer;
Mais um raio se quer;
Beijo de mulher.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Sakura kaze
Leve-me ao Japão
Onde há cerejeiras
Lindas rameiras
Galhos secos
Exóticas guixas
Cores em contraste
Braco, azul e cereja
Pois veja
Florida e intocavel
Repousa sob o vento
Forte, sem medo..
Não é livre..
è filha, Mãe e escrava
Confidente do passado
Dali, tudo acabado
Ver o novo
Eis sua arte
Parte fria e sua
Lua do oriente
Diferente e presente
Leve-me ao Japão
Onde há cerejeiras
Lindas rameiras
Galhos secos
Exóticas guixas
Cores em contraste
Braco, azul e cereja
Pois veja
Florida e intocavel
Repousa sob o vento
Forte, sem medo..
Não é livre..
è filha, Mãe e escrava
Confidente do passado
Dali, tudo acabado
Ver o novo
Eis sua arte
Parte fria e sua
Lua do oriente
Diferente e presente
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